Pousada Barroco na Bahia
Home
Mapa de Localização
Histórico
Memorial D. Lucas
Órgão
Coro
Centro Cultural
Sala Dom Lucas Moreira Neves
Pousada
Berlin Café
Programação
Óperas
Discografia
Imprensa
Colabore
Livro de Visitas
Links
Descubra o Barroco na Bahia
Fale Conosco

A Flauta Mágica > Resumo

I Ato

O príncipe Tamino encontra-se numa árida paisagem rochosa. Sozinho e sem armas, ele é atacado por uma serpente venenosa. Ao gritar por socorro, desmaia. Atraído por seus gritos, aparecem as três damas da corte da Rainha da Noite. Elas matam o monstro e correm para relatar o ocorrido à sua soberana. Tamino acorda de seu desmaio e ouve a melodia de uma flauta pan. Ele se esconde. Papageno, que estava caçando pássaros para a Rainha da Noite, entra no palco. Ele está no caminho de volta ao palácio, para se fortalecer com comida e bebida. Tamino sai de seu esconderijo e entre os dois se desenvolve uma conversa, da qual o príncipe, entre outros, descobre que ele se encontra no reino da Rainha da Noite. Como Tamino pressupõe que Papageno tivesse matado a cobra, agradece a ele por ter salvado sua vida. O caçador de pássaros aceita o agradecimento. Porém, as três damas da corte que ficaram escutando a conversa, retornam e castigam-no pela mentira, no que lhe colocam um cadeado na boca. Elas mostram ao Tamino um retrato da filha da Rainha da Noite, Pamina. Imediatamente, o príncipe é tomado por amor à linda mulher e ele jura que a fará sua. As damas da corte lhe contam da complicada situação de Pamina: ela fora raptada do malvado e poderoso demônio Sarastro. Tamino promete salvá-la.

A Rainha da Noite aparece sob fortes trovoadas. Ela lamenta a perda de sua filha e manda que Tamino salve Pamina. Se ele conseguir libertá-la, deverá ser sua. A Rainha e suas criadas desaparecem, mas as damas logo retornam e entregam ao Tamino uma flauta mágica, que deverá protegê-lo dos perigos. Eles tiram o cadeado da boca de Papageno, uma vez que a partir de agora ele deverá acompanhar o príncipe e auxiliá-lo em sua perigosa missão. A ele entregam uns sininhos mágicos e informam aos dois, que eles serão guiados por três meninos.

O cenário muda, e se vê uma sala no palácio de Sarastro. Monostatos, o ardiloso criado é o guarda de Pamina. Ele acabara de prendê-la novamente após uma tentativa de fuga e tenta conquistá-la. No momento mais crítico, aparece Papageno. Assustado pela aparição deste estranho caçador de pássaros, Monostatos foge. Papageno, também cheio de medo, corre em direção contrária. Ele volta e reconhece Pamina, a filha da Rainha da Noite. Ele lhe assegura, que em breve ela será libertada e que ele a levará agora ao seu salvador. Os dois partem apressados.

Neste meio tempo, os três meninos levaram Tamino ao bosque sagrado, onde no meio se encontram o templo da razão, da natureza e da sabedoria. Suas primeiras tentativas em entrar no templo, falha, pois ele é rejeitado. Ao se aproximar pela terceira vez no templo, um sacerdote idoso sai de encontro a ele. O sacerdote lhe explica acerca do verdadeiro caráter de Sarastro: Ele não é o tirano, que foi descrito pela Rainha da Noite, mas sim um homem de sabedoria e honra. Tamino pergunta sobre o rapto de Pamina. O Sacerdote, porém não lhe dá qualquer explicação, mas assegura ao jovem, que ele saberá reconhecer a verdade, tão logo se torne um irmão de sua aliança. Tamino balança entre seus sentimentos contraditórios, mas seu humor se alegra quando ouve vozes do templo que lhe dizem, que Pamina se encontra em segurança. Com sua flauta e amansa os animais selvagens e finalmente vai à direção da qual ele ouviu os sons da flauta pan de Papageno. Neste momento chegam Papageno e Pamina à floresta. Papageno toca novamente sua flauta e Tamino responde, mas antes de prosseguir, Monostatos e seus escravos os pegam. Papageno lembra de seus sininhos mágicos e os toca. O criado e seus escravos se vêem obrigados a dançar ao som dos sininhos e se afastam. Neste momento se ouvem sons de trompetes que anunciam a chegada de Sarastro e seus seguidores. Pamina se ajoelha diante do pontífice e confessa sua culpa. Ela queria fugir, mas por causa do mal-intencionado Monostatos, e como filha ela tem o dever de retornar a sua mãe. Por isso a tentativa de fuga. Sarastro a manda levantar. Ele lhe assegura, que nunca acontecerá nada de mal, mas também a avisa, que de sua mãe somente mal há de vir. Monostatos entra com Tamino preso. Pamina e Tamino se reconhecem imediatamente e se abraçam. Sarastro mostra seu desagrado para com Monostatos por causa de ter molestado Pamina e ordena, que Tamino e Papageno se preparem para as provações, que deverão acontecer antes que Tamino possa chegar ao seu objetivo. Depois Sarastro parte com Pamina.

 

II ATO

Os sacerdotes se reúnem na floresta de palmeiras para decidir, se Tamino estará pronto para iniciar as provas de admissão na aliança. Sarastro pleiteia convincente e calorosamente a favor da aceitação de Tamino e diz que os deuses destinaram o casamento de Pamina com Tamino. Por este motivo, esclarece Sarastro, ele mandou tirar Pamina de sua mãe. Depois disso, o pontífice se afasta do local.

Tamino e Papageno são conduzidos ao lugar. É noite. Pergunta-se ao Tamino, e ele está disposto a aceitar qualquer prova, mesmo que isso signifique a morte. Tamino aceita o desafio. Papageno não tem tanta certeza, mas suas dúvidas desaparecem, depois que ele fica sabendo, que Sarastro lhe reservou uma linda noiva. Os dois devem fazer um juramento, se comprometendo a não falar. Esta deverá ser a primeira provação para que possam continuar. Logo após ficarem sozinhos, aparecem as Três Damas e tentam de persuadi-los. Mas Tamino e também Papageno - não sem alguma ajuda do príncipe - não cedem e permanecem calados. Os sacerdotes retornam e conduzem os dois para prosseguirem as provas.

Vemos um jardim, onde Pamina se encontra dormindo. Monostatos se aproxima de Pamina cheio de desejos, mas a Rainha da Noite ordena que ele se afaste. Pamina acorda. Sua mãe lhe entrega um punhal e exige, que ela mate Sarastro. Com o estrondo dos trovões, ela se retira. Ò criado, que ouviu a conversa, chega perto de Pamina que está inconsolável e confusa e tenta de convencê-la, de que ela somente será salva desta situação, se lhe der amor. Mas Pamina se recusa e fica desesperada. O criado arranca-lhe o punhal e pretende assassiná-la, porém, neste exato momento chega Sarastro e o enxota.

Tamino e Papageno estão sozinhos no salão do templo, ainda sob juramento de manter silêncio. Uma mulher bem velha entra e conversa com Papageno. Ele fica curioso, esquece de seu juramento e fala com ela. Quando ele pergunta pelo seu nome, ouve-se um trovão e a velha vai embora. Os Três Meninos trazem comida e bebida ao salão, bem como a flauta mágica e os sininhos. Pamina entra. Sua alegria de finalmente ter encontrado Tamino se transforma em tristeza, ao perceber, que Tamino não lhe responde e através de gestos tenta afastá-la. Desesperada ela parte e decide encontrar a paz na morte, pois pensa que ele não a ama mais. Trompetes soam e chamam os homens para a reunião. Papageno permanece, para finalizar sua refeição, depois levanta rapidamente e chama por Tamino para lhe prestar socorro. O príncipe atende ao chamado.

Tamino e em seguida Pamina são conduzidos para um salão no interior do templo. Sarastro pede à moça que se despeça de seu amado, pois este agora partirá para realizar a prova mais difícil. Após sua despedida ela é retirada e o pontífice se afasta juntamente com o príncipe. Agora chega Papageno ao mesmo lugar. É dito a ele que ele não se comportou de acordo com o desejado, mas que os deuses vão perdoá-lo. Porém, Papageno nunca será aceito no círculo da aliança. Papageno reage com indiferença e confessa que mesmo assim, gostaria de ter sua mulher amada. No mesmo instante, a velha aparece. Ela está disposta a selar um relacionamento com ele, mas Papageno resiste. Somente quando ela ameaça de que ele ficará para sempre trancado neste local a pão e água, ele finalmente concorda meio contrariado, jurando-lhe fidelidade eterna. Neste momento a velha se transforma em uma jovem e bela mulher, totalmente vestida com penas coloridas: a Papagena. Os dois correm para se abraçar, mas antes um sacerdote aparece para levar Papagena. Os Três meninos vão de encontro a Pamina que está num jardim. Ela está completamente desesperada e tenta se matar com o punhal que recebera de sua mãe. Os três meninos, porém conseguem evitar o pior e a fazem desistir de se matar. Asseguram-lhe, que Tamino verdadeiramente ainda a ama e a chamam para que ela os acompanhe, a fim de procurá-lo.

Neste ínterim, Tamino fora conduzido à caverna dupla do fogo e da água, onde há dois guardas. Tamino pede que se iniciem as provas. De repente, ele escuta a voz de Pamina, chamando para que ele a espere. Ele recebe a permissão de falar com ela e os dois amantes se abraçam. Pamina pede Tamino para que este coloque toda sua confiança no seu amor e na flauta mágica. Acompanhados pela melodia da flauta os dois vencem a prova e podem passar incólumes pelas cavernas do fogo e da água. Agora abrem se os portões do templo e os sacerdotes recebem o casal com júbilo. Sarastro caminha à frente em direção ao salão principal. Também Papageno é salvo do suicídio pêlos Três Meninos. Eles o encontram, no momento em que ele pretendia se enforcar numa árvore, motivado pelo desgosto de não ter achado sua Papagena. Por aconselhamento dos Meninos, Papageno toca os sininhos mágicos e Papagena aparece. Os dois se reencontram cheios de entusiasmo e alegria e partem de braços dados.

Diante dos muros do templo estão a Rainha da Noite, Monostatos e as Três Damas da corte. Todos estão com um archote nas mãos. Pela última vez, querem tentar executar seu plano de vingança. A Monostatos foi prometido a mão de Pamina, caso ele desempenhe com sucesso seu papel no plano. De repente, irrompe uma tempestade terrível e relâmpagos aparecem no céu. A terra se abre e engole os malvados. Imediatamente o cenário muda para um gigantesco templo do sol. Sarastro, Pamina e Tamino ao seu lado, rodeado de sacerdotes, encontra-se nos degraus do templo. O pontífice exalta a vitória das forças da luz sobre as forças das trevas. A ópera finaliza com uma cerimônia de agradecimento aos deuses.

 

Início
Voltar
Resumo
Ficha Técnica
Biografias
Fotos

Barroco na Bahia
Rua Jogo do Carneiro, 34 - Saúde
Telefone: +55 71 3241-6031 Fax: +55 71 3241-6805
E-mail: barroco@barroconabahia.com.br

Desenvolvido por: Valter de Carvalho