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Hänsel und Gretel > Biografias

Regine Lehmann-Kõbler, Hänsel (Mezzo-Soprano)
Nascida na cidade de Leipzig, Alemanha, filha do organista Prof. Robert Köbler, desde cedo recebeu incentivos para seguir carreira de musicista. Estudou canto na Escola Superior de Música de Leipzig com Prof. Christa Nowak. Participou de numerosos cursos e seminários com renomados professores. Diplomou-se no "VIII Concurso Nacional para Jovens Cantores de Ópera" realizado na República Democrática Alemã e participou do X. Concurso Internacional Robert Schuhmann. Ativa participante em diversos concertos e oratórios em Leipzig e Berlin bem como na casa de ópera de Halle, onde interpretou a famosa ópera de Strauss "O Cavaleiro da Rosa", assim como "Os Mestres cantores de Nürnberg", Linz (Áustria), Heidelberg entre outras. Desde 1987 é contratada como Mezzo-Soprano na Ópera de Chemnitz. Em 1993 apresentou-se em Lãs Palmas e em 1994 na cidade de Rimini sob a elogiada encenação de Sir Peter Ustinov. Canta música barroca em apresentações solo, bem como obras de antigos compositores italianos. Regina Köbler-Lehmann estreou no Brasil em 1998 na montagem da "Flauta Mágica" de W.A. Mozart no papel da Terceira Dama.

Anja Vincken, Gretel (Soprano)
Nascida em Mechelen / Holanda, desde criança já começou a cantar em coral e aprendeu a tocar clarinete. Estudou canto na Escola Superior de Música de Maastricht / Holanda. Após receber seu diploma em canto operístico em 1991 Anja Vincken foi logo contratada pelo Teatro Estadual de Kassel, e logo em 1997 passou a trabalhar para o Teatro Municipal de Bonn. Atualmente, Anja Vincken vem atuando em vários personagens como "Pamina" na "Flauta Mágica" de Wolfgang Amadeus Mozart, "Eva" em "Os Mestres Cantores" de Richard Wagner , "Freia" em "O Ouro do Reno" de Richard Wagner, "Mimi" em "La Boheme" de Giacomo Puccini, "Micaela" em "Carmen" de Georges Bizet, "Donna Elvira" em "Don Giovanni" de Wolfgang Amadeus Mozart. Também, Anja Vicken está cantando em vários programas de rádio e televisão na Europa. Em 1996 ganhou prêmios em "Reine Elisabeth Wettbewerb" e "Guiseppe de Stefano Wettbewerb" em 1998. Para a temporada de 1999/2000 Anja Vincken está cantando na nova produção de "Cosi fan Tutte" com A. Kirchner, o "Blanche" em "Dialogues dês Carmellitas" de F. Poulenc, ambos em Bonn.

Martin Krasnenko, Pai (Barítono)
Alemão, nascido em Esslingen/Neckar, estudou canto com o Prof. Dieter Jacob na Escola Superior de Música de Colônia, bem como canto de ópera com o Prof. Fritz Lehan. De 1980 a 1988 foi aluno da "Liedklasse" do Prof. Wilhelm Hecker, Colônia. Martin Krasnenko venceu o Concurso Internacional de Canto "Toti dal Monte" em Treviso/Itália, tendo sido agraciado com o prêmio espe cial. Durante os últimos anos recebeu vários convites, entre outros: "Festspielhaus Bregenz" Teatro de Bremen, "Österreichischen Donau- Festwochen", Teatro Municipal de Frankfurt, Teatro Estadual de Saarbrücken e da Ópera Municipal de Bonn. Em 1997 Martin Krasnenko apresen­ tou-se pela primeira vez no Brasil, Salvador, onde inter­pretou o personagem do diretor da prisão "Don Pizarro", na montagem da ópera "Fidelio" de Ludwig van Beethoven, bem como o primeiro sacerdote da montagem da "Flauta Mágica" de W.A Mozart em 1998 no Teatro Castro Alves em Salvador. Martin Krasnenko já mostrou seu grande amor pela Bahia através de 3 partici­ pações operísticas, 2 cursos de canto e dois concertos com música sacra através do Barroco na Bahia e um curso de canto realizado em 1999 pela UFBa.

Sabine Brohm, Mãe (Soprano)
Nasceu em Suhl (Saxônia). Ainda como criança recebeu a primeira formação em canto, violão e piano. Sabine Brohm foi formada em canto na Escola Superior de Música "Cari Maria von Weber" em Dresden com a Professora Elisabeth Plenn. Sabine Brohm é membro da famosa ópera Estadual de Dresden "Semperoper" desde 1989 onde vem atuando em várias produções de Ópera: "Pamina" na "Flauta Mágica" de Wolfgang Amadeus Mozart, "Donna Elvira" em "Don Giovanni" de W. A. Mozart, "Marzelline" em "Fidelio" de Ludwig van Beethoven, "Agathe" em "Freischütz" de Cari Maria von Weber, "Antonia" em "Contos de Hoffmann" de Jaques Offenbach, "Maria" em "Die verkaufte Braut" de Friedrich Smetana, "Stimme der Falken" em "Die Frau ohne Schatten" de Richard Strauss e "Cordelia" em "Lear" de A. Reimann. Sabine Brohm estreou no Brasil na primeira produção de ópera do Barroco na Bahia em 1997 no papel de "Marzelline" em "Fidelio" de Ludwig van Beethoven no Teatro Castro Alves de Salvador.

Paulo Köbler, Bruxa (Tenor)
Nascido em Salvador, começou seus estudos básicos de música na Universidade Católica. Como um dos primeiros interessados que se entusiasmaram com o trabalho do projeto Barroco na Bahia, Paulo Brandão participou ativamente no Coro de Câmera desde 1993, e logo se destacou. Em 1995 fez um estágio por um período de seis meses no famoso Coro da Catedral de Mainz na Alemanha com o professor Mathias Breitschaft. Retornou ao Brasil para continuar suas atuações junto ao Coro de Câmera, apresentando-se em diversas ocasiões como solista. Em maio de 1997 par­ ticipou de um curso de técnica de canto com Prof. Josef Protschka. Em agosto de 1997 estreou como solista na primeira montagem de ópera do Barroco na Bahia, o "Fidelio" de Beethoven no personagem do Primeiro Prisioneiro e em 1998 interpretou o papel do "Monostatos" na montagem da "Flauta Mágica" de W.A. Mozart. Retornou à Alemanha onde freqüentou a Escola Superior de Música em Aachen estudando canto com Pró f. Josef Protschka. Desde junho, Paulo Brandão freqüenta a Academia dos Cantores de Hamburgo, na classe do Prof. Samson onde participa da montagem de "Orfeu e Euridice" e do Requiem de Brahms na Polônia.

Claudia Visca, Bruxa (Soprano)
A mericana, nasceu em Nova York, Estados Unidos. Os primeiros estudos musicais Claudia Visca concluiu em Philadelphia (EUA). Depois mudou-se para Europa e continuou seus estudos de canto na Escola Superior de Música em Viena, com Hilde Rössel Majdan e Anton Dermota. Sua primeira con­ tratação foi no Teatro Municipal de Aachen (Alemanha) e logo depois no Teatro Municipal de Bern. Claudia Visca já vem atuando há quase vinte anos como solista no Teatro de Wuppertal. Durante todo esse tempo cantou como convidada especial em mais de 25 casas de ópera na Europa entre elas, Viena, Zurich, Berlin e Gênova. Claudia Visca também tem uma grande paixão pela exe­ cução de música de câmera e oratório. Em sua carreira já trabalhou com famosos músicos como Sandor Vegh, Rudolf Serkin, Bruno Cannino, Paul Badura-Skoda, Hanns-Martin Schneidt e Siegfried Palm. Claudia Visca atualmente é professora de canto na Escola Superior de Música de Colônia (Alemanha).

Ana Paula Sena, Fada do Orvalho (Soprano)
N ascida em Salvador, Ana Paula estudou comunicação e formou-se em jornalismo na UFBA. Após a Missa de Natal na Catedral Basílica com a participação do Coro de Câmera Barroco na Bahia em 1993, entrevistou o Hans Bönisch. Naquela ocasião ela havia se encantado com a música de tal forma, que durante esta entrevista manifestou o desejo de participar do coral. Desde então participa do Coro de Câmera Barroco na Bahia. Chamando atenção por seu belo timbre de soprano, foi motivada por cantores alemães, tendo sido convidada pela cantora Anne Pellekoorne a aperfeiçoar seus estudos em Munique, Alemanha, onde permaneceu cerca todo ano de 1996 com a professora Anna Kôvács. Ana Paula participou ativamente nos três cursos internacionais de canto promovido pelo Barroco na Bahia em 1998 e 1999 com os professores Martin Krasnenko e Turid Karlsen. Ana Paula Sena estreou como solista na segunda montagem da ópera do Barroco na Bahia, "A Flauta Mágica" de Wolfgang Amadeus Mozart, em 1998 no Teatro Castro Alves em Salvador, no papel de Papagena.

Graça Reis, Gênio do Sono (Soprano)
Brasileira, formou-se em 1996 em Canto pela UFBa, onde estudou três anos de composição. No ano seguinte foi contratada para ensinar na graduação em canto na mesma Universidade. Durante esses anos procurou complementar seus estudos de técnica vocal e interpretação através de cursos de extensão, aulas particulares com os professores, Patrizia Morandini (Itália), Jasmin Martorrel (França), Maria Vanutti (Alemanha), Eliane Sampaio (Rio de Janeiro), Marta Herr (São Paulo), complementando assim seus estudos oficiais. Também participou em 1998 e 1999 nos três cursos internacionais de canto promovido pelo Barroco na Bahia com os professores Turid Karlsen (Alemanha) e Martin Krasnenko (Alemanha). Participou como solista das óperas "Madama Butterfly" no papel de "Kate Pinkerton" e "II Trovatore" no papel de "Inês", ambas no TCA. Como professora, ministrou várias oficinas no Teatro Vila Velha e fez a preparação vocal de espetáculos como "Nunsense" da Companhia Baiana de Patifaria, Assis Valente, Abismo de Rosas, Dom Quixote entre outros. Atualmente, é preparadora vocal do Coral da Petrobrás e do projeto Pequenos Cantores de Itapoãn.

Maestro Andrew-Jerome Couse ( Direção Musical)
Nascido no Canadá, Andrew-Jerome Couse iniciou seus estudos musicais na Universidade de Carleton, Ottawa, onde obteve o título de "Bachelor of Music Degree", em musicologia, órgão e composição. De 1985 à 1989 continuou a estudar na Universidade Mc Gill em Montreal, forman­ do-se em mestre na arte de musicologia e regência. Na mesma época obteve diploma para Estudos Musicais Avançados, órgão, e cravo contínuo pêlos professores Bernard Lagace e Henk Bouman. De 1989 à 1990 estudou regência para orquestra na Universidade de Yale em New Haven, EUA e de 1990 à 1992 foi para Weimar, Alemanha, a fim de se dedicar especificamente aos estudos de aperfeiçoamento de regência orquestral e regência de óperas na Escola Superior de Música "Franz Eiszt" com o Prof. Gunter Kahlert. Andrew-Jerome Couse tem vasta experiência em regência, tendo sido nomeado como diretor musical de diversas orquestras: de 1986 à 1988 na Sociedade de Operetas Mc Gill Savoy (Montreal), de 1989 à 1990 na Orquestra de Câmera Evangelista de St. John (Montreal). De 1992 à 1993 foi instrutor de regência orquestral na Escola Superior de Música "Franz Liszt" em Weimar e ocupou o cargo de 'Kapellmeister' e diretor do coro no Teatro Estadual Altenburg (Alemanha). Desde 1997 ocupa o cargo de segundo regente titular e "Kapellmeister" da famosa "Volksoper" de Viena. Entre outras, foi convidado para reger numerosas orquestras, sendo que podemos destacar: Filarmônica de Jenner, Orquestra Sinfônica MDR Tercussion Ensemble' de Eeipzig, Filarmônica Georg Dima da Romênia, Orquestra Sinfônica Estadual de Thüringen, Filarmônica da Saxônia do Oeste de Borna e a Orquestra de Sondershausen.

Roman Hovenbitzer (Direção Artística)
N ascido em Düsseldorf (Alemanha), começou já com oito anos de idade a aprender piano e trompa. Estudou música sacra e órgão em Münster. Em 1992 passou a se dedicar ao teatro na Escola Superior de Música e Teatro em Hamburgo com o professor Götz Friedrich. Já diplomado em teatro, aos 24 anos começou a trabalhar como assistente da direção artística no Teatro Estadual de Kassel, e já dois anos após desta primeira contratação trabalhava como diretor artístico em várias produções de teatro ópera. Ainda durante seus estudos Roman Hovenbitzer estagiou em várias casas de ópera, com Kurt Horres, Willy Decker, Götz Friedrich, Harry Kupfer, Thomas Schulte-Michels, Uwe Schwarz e Pet Halmen. Em 1995, trabalhou como assistente da direção artística na produção de "Boris Godunow" no Teatro Municipal de Krefeld-Mönchengladbach. Durante os anos de 1997 à 1999 assumiu uma grande responsabilidade de trabalhar na grande encenação do "Anel dos Nibelunges" de Richard Wagner com Michael Eeinert no Teatro Estadual de Kassel. Entre várias produções teatrais do jovem diretor artístico em Kassel, pode-se destacar a produção de "Norma" de Vicenzo Bellini e "Don Pasquale" de Gaetano Donizetti em 1998 e a produção de "An der schönen blauen Donau" de Franz Hummel em 1999.

Henning Manthe (Cenário)
Henning Manthe nasceu em Zweibrücken/ Alemanha. Apesar da forte inclinação para a pintura e intensiva promoção por parte de professores de arte, H. Manthe foi inicialmente Oficial da Marinha, passando mais tarde a estudar e se formar em Ciências Econômicas. A sua carreira em uma empresa multinacional transferiu-o para a Espanha, Colômbia e Brasil onde vive desde 1991. Independente de suas ativi dades profissionais, ele a partir de 1978 teve suas pinturas expostas em renomadas galerias nas cidades de Barcelona/Espanha, Bogotá/Colômbia, Wiesbaden/ Alemanha e Bruxelas/Bélgica, que encontraram o seu lugar em diversas coleções particulares. Em Bogotá, pro­ duziu também cenários para algumas peças teatrais no Teatro Cólon e no Teatro Nacional. Henning Manthe realizou em 1998 o cenário da "Flauta Mágica" no Teatro Castro Alves em Salvador como o seu primeiro trabalho para uma ópera.

 

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