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O Morcego > Biografias

Piotr Bednarski, Gabriel von Eisenstein (tenor)
Nascido na Polônia, formou-se na Escola Superior de Lodz – Polônia com a Profa. Jadwiga Pietraszkiewicz. Outros estudos com a Profa. Nina Stano e o Prof. Theo Altmeyer completaram sua formação. Sua primeira contratação foi no Teatro de Opereta de Varsóvia com o “Danillo” em “Lustige Witwe” de F. Lehár. Ainda jovem ganhou o prêmio em “Canto Lírico” do Concurso em Kattowitz - Polônia. Cantou de 1983 a 1988 no Teatro Municipal de Hildesheim como “Hans” em “Verkaufte Braut” de Smetana, “Tamino” em “A Flauta Mágica” de Mozart, “Max” em “O Franco Atirador” de Weber, assim como outros personagens de Mozart e Wagner. Em 1988, mudou-se para o Teatro Municipal de Trier onde cantou “ Um Baile de Máscara” de Verdi e desde 1996 faz parte do corpo fixo da Ópera de Chemnitz. Canta também como convidado em outros teatros, como Berlin, Dresden, Leipzig, Kiel, Flensburg, Hannover, Rostock, Oldenburg, Bremerhaven, Braunschweig, Dessau, Düsseldorf, Krefeld, Wiesbaden, Munique, Praga, Japão, Hollanda, EUA, Israel e Suíça; agora canta pela primeira vez no Brasil.

Valérie Suty, Rosalinde (soprano)
Natural da França, formou-se primeiramente em “Musicologia” em Paris. Estudou canto em Berlim com as Professoras Marianne Fischer-Kupfer e Uta Priew. Cursos superiores com Anna Reynolds, Christa Ludwig e Regina Crespin aperfeiçoaram seus estudos. Em 1997, cantou em Berlim na “Komische Oper” “Die Heimkehr des Odysseus” de Monteverdi e o papel de “Smaraldine” na ópera “Die Liebe zu den drei Orangen” de Prokofjews, assim como “Romeu e Julieta” de Gounod e Dorabella em “ Cosi fan Tutte” de Mozart. Após várias outras interpretações como mezzo-soprano mudou o registro para soprano dramático. Interpretou na Croácia, no Teatro Nacional de Zagreb, “Elektra” em “Idomeneo” de Mozart. Na Ópera de Chemnitz cantou a “Segunda Dama” na “Flauta Mágica” de Mozart e o papel de “Giuliette” nos “Contos de Hoffmann”. Valérie Suty canta pela primeira vez no Brasil com a nossa produção de “Morcego”.

Ute Baum, Adele (soprano)
Natural de Kitzingen na Bavária / Alemanha. Realizou estágio de 2 anos no “Conservatório Hermann Zilcher” em Würzburg e formou-se depois no “Conservatório Richard Straus” em Munique com o Prof. Nikolaus Hillebrand. Ganhou vários prêmios, entre eles o concurso para jovens músicos do “Deutschen Tonkünstlerverbandes”. Cantou nos teatros de Basel, Bielefeld e no Teatro Estadual de Kassel. Ela faz parte do corpo fixo da Ópera de Chemnitz desde 2000 e é convidada para interpretar vários papéis em muitas casas, como “Oscar” em “Um Baile de Máscara” de Verdi, “Valencien” em “A Viúva Alegre” de Lehrà, “Ännchen” em “O Franco Atirador” de Weber, “Fiordiligi” em “Così fan tutte” de Mozart, “Adele” em “O Morcego” de J. Strauss e “Cosette” em “Lês Miserable” de Schönberg, em Dresden, Halle e Berlim. Ute Baum estréia no Brasil com a nossa produção.

Tom Mehnert, Frank (baixo)
Nasceu em Chemnitz. Formou-se no “Conservatório Richard-Strauss” de Munique com a Profa. Ursula Hirschberger e participou de cursos na “Escola de canto de Munique” com Prof. Metternich e o Prof. Haeflinger. Estreou com o personagem “Colline” de “La Boheme”, em 1995. De 1997 a 2002, cantou os personagens de “Daland” em “Fliegender Holländer” de Wagner, “Osmin”, no “Rapto do Serralho” de Mozart, “Ramphis” em “Aida” de Verdi e muitos outros. “Festival de Ópera de Salzburgo”, “Ópera de Amsterdã” e com a “Orquestra Filarmônica de Londres” na “Royal Festival Hall” em Londres, regido pelo Christoph von Dohnányi. Cantou pela primeira no Brasil na produção da ópera “O Rapto do Serralho” de Mozart com o personagem “Osmin”. Em 2001 interpretou “Kaspar” e o “Eremita” em “O Franco Atirador” de Weber em nossa produção. Desde 2002, Tom Mehnert faz parte do corpo fixo do Teatro Estadual de Wiesbaden onde canta os papéis principais para baixo. Cantou no “Lincoln-Center Festival” em Nova Yorque e no “Festival de Outono” em Paris.
Em 2003 cantou na produção da “Flauta Mágica” o “Sprecher” e o 1º Sacerdote.

Regine Köbler, Príncipe Orlofsky (mezzo-soprano):
Nascida na cidade de Leipzig, Alemanha, filha do organista Prof. Robert Köbler. Estudou canto na Escola Superior de Música de Leipzig com a Profa. Christa Nowak. Realizou diversos concertos e oratórios na Europa. Cantou todos os grandes papéis para mezzo-soprano como “Oktavian” em “Rosenkavalier” de Richard Strauss, “Carmem” em “Carmem” de Bizet, “Querubino” nas “Bodas de Fígaro” de Mozart, “Magdalena” em ”Meistersinger von Nürnberg” de Wagner, na Áustria, e vários papéis numa carreira internacional. Desde 1987, faz parte do corpo fixo da Ópera de Chemnitz. Em 1993, apresentou-se em Las Palmas e em 1994, na cidade de Rimini, sob a elogiada encenação de Sir Peter Ustinov. Seu repertório inclui música barroca em apresentações solo, bem como obras de antigos compositores italianos. Ela estreou no Brasil em 1998, na montagem da “Flauta Mágica” de Mozart, no papel da “Terceira Dama", em 1999, “Hänsel” em “Hänsel und Gretel” de Humperdick, "Kundry“ em "Parsifal em Salvador. Em 2002, cantou em Nova Iorque a ópera “Der Weg der Verheissung” de Kurt Weill, como também em Israel. É considerada pela crítica alemã como uma excelente intérprete de Wagner. Regine Köbler é Profa. de canto na Escola Superior de Música de Dresden.

Paulo Köbler, Alfred (tenor)
Nascido em Salvador, iniciou seus estudos básicos de música na Universidade Católica. Foi um dos primeiros interessados que se entusiasmou com o trabalho do projeto Barroco na Bahia.. Em 1995 fez um estágio no “Mainzer Domchor” na Alemanha com o professor Mathias Breitschaft. Estudou canto com o famoso cantor e Prof. Josef Protschka na Escola Superior de Aachen, entre outros. Em agosto de 1997 estreou como solista na ópera "Fidelio" de Beethoven no personagem do Primeiro Prisioneiro. Em 1999 fez o papel da "Bruxa“ em "Hänsel und Gretel“ e em 2002 "Titurel“ e "Primeiro Cavaleiro“ em "Parsifal“. Estudou canto na Escola Superior de Música Felix Mendelssohn Bartholdy em Leipzig. Cantou diversos concertos na Alemanha, dentre eles nas cidades de Jüllich, Duisburg e Leipzig, e em especial em Perugia, na Itália. Estudou com a Profa. Cristiane Less-Brandau em Rostock e atualmente está se aperfeiçoando com o tenor Piotr Bednarski.

Michael Junge, Dr. Falke (barítono)
Michael Junge, barítono, nasceu em Beckendorf, Alemanha, iniciou seus estudos musicais com aulas de piano aos sete anos de idade. Com treze anos participava do Coral Especial do Teatro de Brandenburgo. Continuou seus estudos de canto, formando-se em regência coral. De 1979 a 1984 estudou na Escola Superior de Música Franz Liszt em Weimar onde desde 1984 participa como barítono no Teatro Nacional Alemão. Após numerosas participações em concursos de canto nacionais e internacionais, apresenta-se em óperas e concertos por toda Alemanha, Polônia e Liechtenstein. Participa freqüentemente de “Liederabende”, tendo gravado várias peças para rádio e televisão. Desde 1992 aperfeiçoa seus estudos de canto com a Professora Anna Reynols e o Jean Cox. Dentre as inúmeras óperas e concertos podemos destacar interpretações de “Conte Almaviva“ (“As Bodas de Figaro” de Mozart), “Marcello” (“La Boheme” de Puccini), “Wolfram” (“Tannhäuser” de Wagner), ¨Telramund¨ em ¨Lohengrin¨de Wagner, “Figaro”(“O Barbeiro de Sevilha” de Rossini), bem como participações na “Missa Solemnis” (Liszt), “Nona Sinfonia” (Beethoven), “O Messias” (Mozart), “As Paixões”, “Magnificat” e “Missa em si bemol” (Bach), “Um Baile de Máscara”, “Don Carlo”, “La Traviata”, “Rigoletto” e ¨Nabucco¨ (Verdi) e muitos outros. Michael Junge interpretou em 1998 em nossa montagem da “Flauta Mágica” no TCA o papel de Papageno e em 2002 “Amfortas” na ópera “Parsifal”.

Thomas Hinz, Dr. Blind (tenor)
Natural de Düsseldorf, começou cedo com aulas de piano. Graduou-se na Escola Superior de Música Robert-Schumann em Düsseldorf, com a Profa. Bárbara Szczepanska, o Prof. Georg Friedrich Schenck e o Prof. Christian De Bruyn. Formou-se também na “Fachhochschule Düsseldorf¨ como engenheiro de som. Vários “Master-classes” com Prof. Klaus Hellwig, Prof. Eberhard Fletz (Música de Câmera) e Prof. Thomas Quasthoff (Lied), além de participações em produções de ópera aperfeiçoaram seu currículo musical. Leciona desde 2002 na Escola Superior de Música em Rostock, como co-repetidor. Ele estréia no Brasil com a participação na nossa produção do “Morcego”.

Ana Paula Sena, Ida (soprano)
Ana Paula Sena formou-se em Jornalismo na Ufba e passou a integrar o Coro Barroco na Bahia em 1994. Chamando atenção por seu belo timbre de soprano, foi motivada por cantores alemães, tendo sido convidada pela cantora Anne Pellekoorne a aperfeiçoar seus estudos em Munique, Alemanha, onde permaneceu de 1996 a 1997 com a professora Anna Kòvács. De volta à Bahia, passou a apresentar-se regularmente como solista nos concertos do Barroco na Bahia, aperfeiçoando-se através de cursos e masterclasses com o professor Martin Krasnenko na Universidade Federal da Bahia e na Universidade Católica de Pernambuco. Estreou como solista em 1998, na primeira montagem da ópera “A Flauta Mágica”, como Papagena, a qual interpretou também no ano passado. Em 1999, atuou como "Taumännchen“ em "Hänsel und Gretel“ e em 2002 como "Escudeiro“ em "Parsifal“. Foi ainda solista do “Oratório de Natal” (J. S. Bach) em 2000. Atualmente Ana Paula é estudante de Música da Universidade Federal da Bahia e ministra aulas de Educação Musical.

Edu Ferreira, Frosch (ator)
Nasceu em São Paulo e há quatro anos reside em Salvador, onde trabalha como preparador vocal na “Oficina de Teatro dos Sindicatos dos Comerciários”. Estudou arte dramática em Campinas/SP, no LAC – Laboratório do Ator de Campinas, supervisionado pelo ator e diretor José Tonezi e “Falso-Naturalismo”, Método Antunes Filho, no Teatro Carlos Gomes, sob a coordenação de Marcelo Campos, além das oficinas “O Jogo” e “Claw” – Método Fellipe Gullie, por Roberta Gonzáles. Atuou em vários espetáculos teatrais e musicais, dentre eles os infantis “No Mundo da Lua” (2003-2004) com o personagem “Palhaço Plimplim” e “O Casamento do Saci” (2002-2003) com o personagem “Preto Velho”, ambos dirigidos por Rai Alves, e os adultos “Nossa Cidade” de Torton Wayder (1998) com o personagem “Dr.Gibbs” e “A Vida é Sonho” de Pedro Caldeon de La Barca (1999), no qual fez a trilha sonora, ambos com direção de José Tonezi. Atualmente é corista no “Barroco na Bahia”, onde participou de várias óperas e concertos.


Hartmut Schill (Direção musical)
Nasceu em Leipzig, em uma família de músicos onde começou, com cinco anos de idade, com aulas de violino. Formou-se na Escola Superior de Música “Hanns Eisler”, em Berlim, com os Professores E. Eltz, W. Scholz e P. Munteanu. Formou-se também em Violino, Piano, Contraponto e Música de Câmera. Fundou o Quarteto de Cordas “Schill” e participou com vários outros quartetos, como “Lasalle”, “Cherubini”, “Brandis” e “Arditti-Quarteto”. “Master-classes” e gravações de Radio e Televisão na Alemanha e Estados Unidos, na Orquestra do Festival de Richard Wagner em Bayreuth. Desde 1997, Hartmut Spill é spalla da Orquestra “Robert-Schumann” da Ópera de Chemnitz. Participou como spalla em “Sächsische Kammerphilharmonie”, “Concertino-Kammerorchester–Rostock” e “Neuen Mendelssohn Kammerorchester Leipzig”. Estréia no Brasil com nossa produção.

Henning Manthe (cenário)
Henning Manthe nasceu em Zweibrücken/Alemanha. Apesar da forte inclinação para a pintura e intensiva promoção por parte de professores de arte, H. Manthe foi inicialmente Oficial da Marinha, passando mais tarde a estudar e se formar em Ciências Econômicas. A sua carreira em uma empresa multinacional transferiu-o para a Espanha, Colômbia e Brasil onde viveu de 1991 até 2000. Após sua aposentadoria regressou para Alemanha onde se dedica à arte. Desde 1978, teve suas pinturas expostas em renomadas galerias nas cidades de Barcelona/Espanha, Bogotá/Colômbia, Wiesbaden/Alemanha e Bruxelas/Bélgica, que encontraram o seu lugar em diversas coleções particulares. Em Bogotá, produziu também cenários para algumas peças teatrais no Teatro Colón e no Teatro Nacional. Em 1998, criou o cenário com onze cenas diferentes da “Flauta Mágica” sendo este o seu primeiro trabalho para uma ópera. O cenário de “Hänsel und Gretel” em 1999 criou uma ilusão perfeita da floresta alemã. Outros trabalhos realizados para o nosso projeto foram “O Franco Atirador” em 2001 e “Parsifal” em 2002. Em “O Morcego” de Johann Strauss, realiza sua quarta produção.

 

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