História

D. Lucas Cardeal Moreira Neves
Presidente fundador: D. Lucas Cardeal Moreira Neves (10/09/1925 – 08/09/2002)

Página em construção

A história do “Barroco na Bahia” começou a partir do convite de Sua Eminência Dom Lucas Moreira Neves, Arcebispo de Salvador entre 1987-1998, a Hans Bönisch para preparar e desenvolver o projeto na cidade de Salvador. Para isso, Hans Bönisch fundou na Alemanha em 1991 o “Barock in Bahia”, uma associação formada por um grupo cristãos com o objetivo de revitalizar a música sacra-clássica em Salvador, conforme o pedido de Dom Lucas Cardeal Moreira Neves.

Salvador, a maravilhosa cidade histórica, berço da cultura brasileira, Patrimônio da Humanidade da UNESCO, possui o maior e mais importante conjunto arquitetônico Barroco do Brasil. Cerca de 80 igrejas barrocas e vários solares e casarões existem aqui. Salvador é uma cidade barroca, o espírito desta grandiosa época está vivo nela. O projeto Barroco na Bahia tem como finalidade revitalizar e estimular a música clássica em geral e sacra, em especial, na forma mais autêntica possível, executando-as nas principais Igrejas de Salvador.

Solene inauguração do órgão da Catedral em 19 de janeiro de 1994 e a primeira apresentação do recente coro fundado.

E, assim, em 02 de julho de 1993, fundou-se a Associação Barroco na Bahia, cuja atividade principal é até hoje o Coro Barroco na Bahia, o qual já realizou inúmeras apresentações em Salvador, outras cidades da Bahia, como também nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco.

Entre 1995 e 1996, Hans Bönisch realizou com o apoio do Governo da República Federal da Alemanha e do “Centro Europeu Schloss Raesfeld” a restauração completa da “Antiga Residência do Dr. Ernesto Filho”, hoje sede do projeto “Barroco na Bahia”.

O projeto cresceu e alçou os voos. A partir da parceria com a Universidade Salvador – UNIFACS entre 1997 e 2007, iniciaram-se a montagem de óperas, sendo a primeira “Fidelio” de Ludwig van Beethoven; em 1998 “A Flauta Mágica” de Wolfgang Amadeus Mozart; em 1999 “Hänsel und Gretel” de Engelbert Humperdinck; em 2000 “O Rapto de Serralho” de Wolfgang Amadeus Mozart; em 2001 “O Franco Atirador” de Carl Maria von Weber; em 2002 “Parsifal” de Richard Wagner; em 2003 uma nova montagem de “A Flauta Mágica” de Mozart; em 2004 a ópera “Die Fledermaus” (O Morcego) de J. Strauss; em 2005 uma nova montagem de “O Franco Atirador” de Weber; em 2006 “A Noiva Vendida” de Smetana; e em 2007 “Tosca” de Giacomo Puccini. Todas as óperas foram apresentadas no Teatro Castro Alves – TCA.

As principais atividades são os concertos dominicais (sempre às 11:00 h na Catedral, com, atualmente, mais de 1.200 concertos realizados), o Coro Barroco na Bahia (com 25 integrantes), o Canto gregoriano, atividades com o órgão de tubos na Catedral (2 teclados, pedaleira, 25 registros, 1550 tubos), oficinas e vários cursos de música, as montagens de óperas alemãs (entre 1997 e 2008 foram realizadas 12 óperas) e o Centro Cultural Barroco na Bahia (com uma sala para música de câmara “Sala Dom Lucas Moreira Neves” com um piano de cauda e um órgão de tubos, uma pousada, com vinte e cinco apartamentos bem decorados e o “Berlin-Café”).