Tosca (2007)

Barroco na Bahia e UNIFACS
trazem a 11ª montagem de ópera ao Teatro Castro Alves

“Tosca” de Puccini
Teatro Castro Alves – dias 02, 04 e 06 de agosto de 2007 às 20h

Pela 11ª vez, o Barroco na Bahia, em parceria com a Universidade Salvador – UNIFACS, apresentam uma grande montagem de ópera para o público baiano. Para este ano foi escolhida a ópera “Tosca”, de Giacomo Puccini.

Sob a direção musical do maestro Valtteri Rauhalammi de Pforzheim – Alemanha, direção artística de Sabine Sterken de Chemnitz – Alemanha e direção geral de Hans Bönisch, a Orquestra Sinfônica da Bahia, o Coro Barroco na Bahia, além de solistas nacionais e internacionais, realizarão a apresentação desta grande ópera que conta com a participação de mais de 250 artistas envolvidos. O cenário foi feito pelo artista plástico mineiro Fábio Braga (São João del Rey). O figurino foi criado pela estilista alemã Hildegard Büsching, da ópera de Dresden, orientada por gravuras da época.

A 11ª produção de ópera conta com 8 solistas interpretando os personagens, como a soprano croata Michaela Cuento de Pforzheim – Alemanha (Floria Tosca), o tenor filipino Lemuel Cuento também de Pforzheim – Alemanha (Mario Cavaradossi), o barítono Götz Seiz de Aachen – Alemanha (Baron Scarpia), o baixo brasileiro Amadeu Góis de São Paulo (Cesare Angelotti), o tenor brasileiro Paulo Köbler de São Paulo (Spoletta), o baixo alemão Tom Mehnert de Darmstadt – Alemanha (Sciarrone e Sacristão), o baiano Ricardo Vieira (Carcereiro) e a contralto Regine Köbler de Chemnitz – Alemanha (Um Pastor). Participam também o Coro Barroco na Bahia e a Orquestra Sinfônica da Bahia – OSBA, além da equipe técnica.


Personagens e intérpretes

Floria Tosca, Soprano: Michaela Cuento, Pforzheim
Mario Cavaradossi, Tenor: Lemuel Cuento, Pforzheim
Baron Scarpia, Barítono: Götz Seiz, Aachen
Cesare Angelotti, Baixo: Amadeu Góis, São Paulo
Spoletta, Tenor: Paulo Köbler, São Paulo
Sciarrone e Sacristão, Baixo: Tom Mehnert, Darmstadt
Carcereiro, Baixo: Ricardo Vieira, Salvador
Um Pastor, Contralto: Regine Köbler, Chemnitz

Coro Barroco na Bahia
Orquestra Sinfônica da Bahia

Direçao musical: Valtteri Rauhalammi, Pforzheim
Assistente musical: Thomas Hinz, Düsseldorf
Direção artística: Sabine Sterken, Chemnitz
Cenários: Fábio Braga, São João Del Rei
Figurinos: Hildegard Büsching, Dresden
Direção geral: Hans Bönisch, Salvador
Artes Gráficas: Valter Dias


Resumo

Roma, 1800 no clima pós revolucionário: Os amantes Tosca, uma cantora de ópera, e Mario, um pintor, acabam entrando ocasionalmente em uma infame intriga política do poder conservador abafando a revolução.

I Ato

Angelotti, o protagonista do movimento revolucionário em Roma foi preso pelo regime da reação. Conseguiu fugir e escondeu-se em uma igreja. Por acaso o pintor Mário está trabalhando em uma pintura de altar. Mario é um simpatizante das idéias revolucionárias e pelo apoio à fuga de Angelotti acaba se envolvendo junto com Tosca que chega à igreja para visitá-lo. A fuga foi descoberta e o Barão Scarpia, o braço direito do poder conservador, acaba entrando na igreja também perseguindo o fugitivo. Scarpia encontra indícios do envolvimento de Mario na fuga de Angelotti e está montando um jogo sujo para chegar através de Tosca e Mário ao fugitivo político. Na mesma igreja o regime conservador mandou celebrar às pressas um solene “Te Deum” homenageando a enganosa notícia da derrota das tropas de Napoleão.

II Ato

Festejando a imaginada vitória sobre Napoleão o governo apresenta uma solene cantata, na qual a cantora Tosca participa. Scarpia convida Tosca para encontrá-lo em seu gabinete no mesmo Palácio do Governo. Como não conseguiu achar o fugitivo, Scarpia prende Mario e manda torturá-lo na sala ao lado. Mario implora à Tosca para não entregar o esconderijo de Angelotti, mas os gritos do amante torturado amolecem aos poucos a resistência de Tosca. No meio da tortura, chega a verdadeira notícia da vitória de Napoleão. Espontaneamente Mario exclama Vitória! Vitória, provocando Scarpia que sentiu o fim do seu poder. Aproveitando-se da situação, Scarpia oferece um pacto à Tosca: O preço da liberdade dos dois amantes é a entrega de Angelotti e uma noite de amor com ela. Tosca pede uma carta de salvo-conduto e Scarpia concede, exigindo uma execução simulada com um código secreto para o comitê da execução. Tosca aceita, mas em um momento oportuno visualiza na escrivaninha uma faca pequena e mata Scarpia.

III Ato

Em cima de uma torre do castelo os soldados preparam a execução. Mario entra, Tosca explica que ela tinha conseguido a liberdade e a execução somente será uma encenação. Após a execução que foi verdadeira, porque Scarpia tinha enganado Tosca, ela percebe que não tem mais outra saída e prefere morrer junto com o amado se jogando das torres do castelo.


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